Beringela Diet
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Beringela Diet

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Apresentação
100 ml

Ingredientes
Beringela (fruto) (Solanum melongena L.); Água, Conservantes: Sorbato de Potássio,
Benzoato de Sódio, Acidificante: Ácido Cítrico.

Conselhos de utilização
Tomar 20 gotas diluídas num copo com água, 3 vezes ao dia, antes das refeições.

Recomendação de uso
Excesso de peso. Obesidade. Colesterol LDL elevado. Triglicéridos elevados.

Tipo de acção
Favorece a eliminação da gordura e açúcares. Promove o trânsito intestinal.
Desintoxicante. Diurética. Depurativa.

Vitaminas do complexo B (B1, B2, B5, B9, B3, B6) e Vitaminas A e C, Minerais
(potássio, fósforo, cálcio, sódio, ferro, magnésio, enxofre), Fibras e Proteínas, são
substâncias que aumentam a actividade enzimática, favorecendo a absorção de
nutrientes, além disso proporcionam a manutenção da qualidade sanguínea,
antioxidante, digestiva, laxante e reduzem o colesterol, com acção nas gorduras e
efeito diurético.

Propriedades farmacológicas
Alcalinizante, digestiva, antioxidante, desintoxicante, emagrecimento, diurética,
depurativa, disfunção do metabolismo lipídico (hipertrigliceridemia e
hipercolesterolemia), e no metabolismo glicídico (hiperglicemia).

Acção no organismo
A beringela “Solanum melongena” é um fitoterápico que vem demonstrando eficácia
no tratamento do colesterol elevado. Inúmeros estudos já constataram que o
controle de colesterol reduz a incidência de enfarte em até 42%, visto que está
relacionada com a aterosclerose.

Esses estudos concluíram que quem tomou sumo de beringela apresentava uma
redução de 30% no colesterol LDL e de 19% no colesterol total, além de diminuir a
absorção do colesterol no intestino.

Os flavonóides extraídos da beringela (antocianinas), reduzem a actividade
hipolipidémica com significativa redução na concentração de triglicéridos e colesterol
no soro. Também a actividade da enzima HMG-CoA Redutase (responsável pela
síntese endógena de colesterol), da lipase lipoproteica (remoção dos triglicéridos
dos quilomícrons) e da LCAT (lecitina colesterol acil transferase), responsável pela
esterificação do colesterol livre dos tecidos para transporte pelas lipoproteínas ao
fígado. Devido a estes resultados, os investigadores concluíram que há um aumento
da eliminação do colesterol pelo fígado e pela inibição da sua absorção intestinal,
em consequência das propriedades de ligação dos flavonóides com ácidos biliares e
esteróis. Entretanto, este colesterol endogenamente sintetizado, por ser o substrato
preferido para a síntese de ácidos biliares é degradado e eliminado como esteróis
fecais e ácidos biliares.

 

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